
Tenho limoeiros com sombras frescas como o sumo dos seus frutos e correntes de água que refrescam o ar e matam a sede à seiva.
Por vezes surgem pequenos lagartos que depressa se escondem na folhagem e no ar há sempre vida. O que importa? Não incomoda a existência.
Tenho limoeiros no jardim e delicio-me a ver florescer e frutificar as árvores. Quando há espaço no tempo dou nome aos primeiros frutos, que acaricio e converso. Gostava de ter uma árvore de cada variedade de citrino, das mais doces até às cares. Por agora, sou feliz na sombra dos limoeiros.