digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

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quinta-feira, dezembro 25, 2008

Natal



Desci a avenida da Liberdade para sentir todo o vazio da cidade. O Pai Natal levou tudo para deixar tudo. Está frio e dentro está calor, assim se espera. Toda a gente tem uma família e eu, tenho com a minha, um simples almoço em que não bebo vinho. Hoje estou doente, como os internados nos hospitais: fico frente ao televisor a ver o que me dão. Tenho um livro novo, mas é Natal e não é tempo de leituras, essas chegam com o novo ano. Apesar de tudo podia ser pior.

segunda-feira, junho 23, 2008

Aos beijos por dar durante um tempo

Marco de partida e chegada. A capital do mundo é o ponto de estar, mesmo que nunca lá tenha estado. Vejo-vos por lá, com os dois pés cá e dois além. Juntos em beijos invisíveis.Um amor nascente e as cidades. Todas as cidades têm um regresso.


Nota: Aos amigos SO e AS.