digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

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quarta-feira, agosto 02, 2006

Nevoeiro

Não quero ser Dom Sebastião e dele cobiço-lhe apenas o nevoeiro. Podia querer-lhe o retrato de Cristóvão de Morais, mas já não lhe pertence.
Não voltei de vez. Vim apenas agradecer todas as palavras deixadas para que me deixasse ficar a escrever-vos. Vou guardar todas as sílabas. Por agora volto para o meu nevoeiro, depois... logo se verá!