Poetiso por causa das desgraças que me fazem viver, e quando
poetiso estou em morte, sem corpo enterrado, mas não morto, porque tenho de
sofrer para poesar. Não passo sem as letras das mãos, sina cravada em linhas
das mãos. Sofro porque é a razão do meu viver. Sofro porque me alegra, o sonho
de morrer.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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quarta-feira, setembro 04, 2013
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