digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

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sexta-feira, agosto 31, 2007

Finalmente

Há momentos para fechar os olhos... em que a realidade deixa de ser para se tornar noutra coisa qualquer. Nada deve correr mal e há um mar de felicidade para viver: o céu também vai estar azul. Estou de férias não tarda nada.