digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sábado, setembro 27, 2008

Carvalhal

Uma floresta de carvalhos, uma clareira. Nela, tu sozinha. Silenciosa na quietude. É nessa altura, no teu dormitar tranquilo, que apareço. Surjo como um fantasma e assusto-te com um beijo, um beijo de medo. Retribuis e eu, assustado, deixo-me ir. Tudo acaba com poucos beijos e memória dos tempos felizes. Afinal, sonho e acordo angustiado.

quinta-feira, setembro 18, 2008