Acende uma luz, uma
vela, o que quer que seja. Meu amor não me morras, porque se morreres mato-te e mato-me,
para que a morte junte o que a vida separou.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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quarta-feira, agosto 01, 2012
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