Nunca vi o Amazonas, nem me purifiquei no Ganges. Não soube
da civilização entre o Tigre e o Eufrates. Não morri no Nilo na boca dum
crocodilo. Mas sei da vista do Tejo toda em azul, toda em cinzento, qualquer
que seja a cor, e a luz de Lisboa que o rio e o Sol inventam.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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quarta-feira, agosto 01, 2012
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