digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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sábado, dezembro 09, 2006
Amor assente
Um sopro feliz na vida é quanto se pede. Tempero de lararanja e azeitona para os dias, com a sede matada com água e vinho. Que haja pão!
O que se pede à vida?
Por mim basta-me um olhar e corro. Gosto de correr. Gosto do vento.
Tenho no olhar uma ligação e em meu redor esvoaçam rumores de margaridas e outras flores ainda em botão. Dizem-me que anda no ar.
Um sopro de vida na vida, e ala que as horas passam e já o mundo vai avançado.
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