digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

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terça-feira, maio 26, 2009

Avante!






















Se os patrões querem passar os fins-de-semana a trabalhar é problema deles. Os patrões têm o dever de zelar pelas suas fortunas, os assalariados não.
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Os trabalhadores devem apoiar a empresa e facilitar a sua actividade, tornando-a competitiva nos desafios dos mercados globais. Mas os gestores e accionistas têm de ter tino nas exigências, sob pena de regressarem fantasmas-morto-vivos do túmulo.
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Nota 1: Esta posta é dedicada a Belmiro de Azevedo.
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Nota 2: Estou nos antípodas dos comunistas, mas não deixo de ser um social-cristão. O homem trabalha para viver, não vive para trabalhar (apenas).

sábado, dezembro 08, 2007

C.A.N.A.L.H.A.

Só um canalha absoluto consegue, depois de morto, fazer querer que as suas canalhices são menos canalhas que as canalhices dos canalhas que lhe sucederam.