Que a minha última ceia tenha gente que não veja; anjos e
mortos, e os vivos esquecidos da minha solidão. Vinho tinto, mais escuro que o
sangue e sagrado como o pão. Mesa com toalha de linho branco, pano puro que se
tingirá no descuido distraído da refeição. Arruído solene da ceia de pompa do funeral.
Que na minha última ceia se embebedem e se esqueçam de mim; anjos e mortos me
abraçarão, e os vivos esquecidos não se lembrarão.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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quinta-feira, agosto 09, 2012
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