digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quinta-feira, agosto 03, 2006

Fim

Terminar o blogue foi das decisões mais difíceis da minha vida, mas não aguento passar a vida a explicar o inexplicável. A gota de água veio dum amigo, um repetente na teimosia que a puta da minha escrita tem de bater certa com a vida, um chato de galochas a desmascarar o autor, um afincado atazanador a chagar o juízo com a merda de hipotéticas contradições, um abominável autor de graçolas irónicas em tom intimista. O comentário foi uma canalhice e para mim a gota de água. Bardamerda! Estou farto! Um beijo para todos.

1 comentário:

Anónimo disse...

Sabes uma coisa João, eu sou chato mesmo muito chato, mas tu é que chateias toda a gente quando estás assim virado. Não escrevi canalhice nenhuma. Se queres pena, da minha parte nunca a hás-de ter e sabes bem isso. Se estás farto do blog acaba com ele, agora não mandes as culpas para cima dos outros e muito menos me ofendas publicamente. Só mais uma coisa, se te chateavam tanto os comentários que eu escrevia tinhas censurado como fizeste a alguns que achaste menos consideraveis para os leitores deste blog.

E desta assino mesmo com o meu nome...
Paulo Rosendo

PS: Podes apagar se assim o entenderes.