digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sábado, julho 16, 2016

Assim pressinto

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A morte na poesia e no amor.
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Amor na morte.
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Morte no amor.
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E a poesia que o não é.

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