terça-feira, maio 24, 2016

Espera

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Diante do vazio, não importa se gente ou dores. Nem o tempo, saltam-se os minutos.
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A vida encurta-se quando se engana o tédio e mingua ainda plo desinteresse de a viver.
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As nove horas da espera no ruído do hospital são um conto infantil. O receio que nenhuma criança reconhece e menos antevê.
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A mãe desamparada é uma menina medrosa.
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Eu, como se fosse anjo

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