digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, julho 17, 2015

Tragam-me vírgulas se quiserem porque como se me fizessem falta mas não pois prefiro a apneia

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Quem quiser vírgulas que as vá buscar que agora não posso respirar e digo tudo até o fôlego me deixar e depois calo-me porque ainda vou tendo pontos finais.

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