digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
sábado, agosto 16, 2014
E a ponte que nunca mais acaba...
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Quantos quilómetros faltam para terminar a ponte?
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Que de tão
frágil só deixa passos pequenos e lentos.
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Se saltasse chegaria mais cedo a nado.
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Por que tenho medo do frio se tenho pressa de chegar?
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