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Há a magia do vinho e espirais a subir pelo ar, escadas floridas de perfume impronunciável, indizível. As mãos não tremem, se tivessem consciência suariam de desnorte. Todo o corpo é satélite da vontade do outro corpo.
Olhos e boca um só desejo. Um só calor. A dança. A dança de sempre. A música deixa de ouvir-se e há coreografia improvisada e certa, marcada pelo querer de dois, vincada pela natureza.
Muitos passos dados e voltas, sorrisos e olhares. Volteios e calores de sempre, palpitações de vida e momentos de quase acção, indecisão, decisão implícita. Beijo.
Nota: Há muito para ouvir e dançar aqui mesmo ao lado.
1 comentário:
q bela dança ;)
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