


Desculpa ter-me esquecido de ti quando escrevi sobre os meus fotógrafos da vida. Ensinaste-me que o erotismo é inteligência e nem tudo o que há para ver é para se mostrar. Gosto de ti porque sabes do preto e do branco muito mais do que há cores para ver. Há quem tenha fotografado nessas duas cores porque não tenha tido outra hipótese ou não se tenha sabido adaptar. Tu viveste e respiraste sem cor, não precisaste delas e deste-as ao mundo. É por isso que gosto de ti.
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