digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, março 31, 2006

A Corvina

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Já há muito tempo que não via a Corvina. Vi-a ontem. Fazia mais de três anos! Almocei com ela. Ela pediu fuzili a três cores e eu ravioli amarelo da cor da gema d'ovo. Tínhamos uns 18 anos quando nos conhecemos e ... e é metade de uma vida. É bom saber que há gente feliz no mundo. Mesmo que a vida nem sempre seja cor-de-rosa, fico contente quando sei que há gente que chega a casa e tem um beijo à espera de quem a espera há mais de dez anos... e mais os abracinhos e beijinhos bons de um filhote João. Vi ontem a Corvina e está na mesma... com o mesmo ar de corvina sorridente!

3 comentários:

Anónimo disse...

Rever um amigo, que marcou uma época da nossa vida é sempre tão delicioso. Parece que foi ontem, que bebiamos copos no BA, conversavamos e riamos, como se nada no mundo tivesse força para nos machucar. Tinhamos 18 anos e isso explica quase tudo.

Anónimo disse...

Continuas um querido e escreves magnificamente bem. Continua!

Anónimo disse...

'Mesmo que a vida nem sempre seja cor-de-rosa, fico contente quando sei que há gente que chega a casa e tem um beijo à espera de quem a espera' - tão bonito :)