digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, janeiro 13, 2017

A vertical vontade de deitar

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Há tempo num armazém de luz uma transcendência uniu o turbilhão quieto dançando sem mexer os pés e os troncos a milímetros sexuavam-se os olhos junto às bocas toda a cumplicidade da música surpreendente.
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Se aí tivesses estado. Teríamos feito amor, duma forma ou doutra.
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