digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, julho 08, 2016

Verão em Lisboa

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Gostava de ter coragem para te pedir que levantasses a camisola e me mostrasses o peito. Escandalizada mo mostrasses, beicinho e beijo. O resto já sabe.
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Este calor-céu-Lisboa só não entende quem não sabe. Faríamos amor de janela da água-furtada aberta, um gato, telhados e Tejo.
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A estas horas a música é alta, gin tónico ou sangria de espumante. Beber melancia untados de meloa, não há outro pretexto.
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Talvez se tivesse coragem.

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