digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quinta-feira, setembro 10, 2015

Se o ridículo se despejasse como um balde de tinta amarela

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Versão espanhola do filme norte-americano Joan of Arc [Joana d'Arc], de 1948 e realizado por Victor Fleming. Ingrid Bergman corporizou a cavaleira iluminada francesa, a Donzela de Orleães, campeadora na Guerra dos Cem Anos. E assim falou do outro lado da fronteira.

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