digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

A luz





















É da natureza da luz. É da natureza do negro. A luz quando chega não se vai a escuridão. A escuridão ao chegar despeja a luz.
Sou apenas um homem. Tenho olhos grandes para um homem. tenho olhos pequenos para um bicho. Não tenho olhos para aceitar a luz toda. Tenho medo da escuridão absoluta. Sei onde quero chegar, mas custa-me ir.
A luz é tolerante. A escuridão uma tirania. Já vi a luz. Não sei o que fazer com ela.

3 comentários:

Folha de alface disse...

nooooooooo!!!!! waht ever you do, get away from the light!
lol

João Barbosa disse...

do you speak portuguese?
.
.
.
com que então neva em Edimburgo...

moonlover disse...

Gostei muito,

feliz 2008

com muita luz e inspiração,

para nos brindares com textos geniais como este ;)

um blogbeijo,
moon