digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

terça-feira, julho 03, 2007

A praça da casa de Deus

E se a cabeça tivesse desejado uma praça esguia e uma catedral obliqua e mão obedecido, seria, por acaso, Deus menos divino e a pedra menos bela?

1 comentário:

Anónimo disse...

O arquitecto teria decerto comprometido a sua entrada no paraíso, mas assegurado muito protagonismo na terra. Já eu, teria gostado de ambos os projectos.