digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

terça-feira, janeiro 10, 2017

Transfusão de qualquer coisa

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O som é centelha e sua sombra ainda que o risco do avião no azul chegue mudo.
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À noite, fosse negro absoluto, na fé, na mágoa, mudo e surdo, em frio ou conforto, tudo qualquer coisa e quem quer que.
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Escondido do arco-íris negro, sem o sentir-saber, abraçando-me na melancolia apática, nada qualquer coisa e querendo não se tem.

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