sábado, novembro 07, 2015

Água

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Nunca fiz amor na praia. Sou virgem desse prazer e tremerei de ansiedade e receio quando me levares – como sonho. Sei beijos e abraços e daquele pudor que não se vê, dos corpos escondidos ajudados e afligentes pelas ondas. Sei do sal dos lábios e da cova na areia, para que deitado de bojo para baixo possa ter conforto, porque o teu desassossego.
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Nem tampouco da água doce, sossegada sobre os ladrilhos azuis e se faz… tão mais longe. Escondidos pela ausência ou pela escuridão da casa.
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Virgem e sabendo pouco como adolescente e com uma enorme vontade.
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Nota: Quem souber da autoria desta fotografia, por favor informe-me, para que possa citar o autor.

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