digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, outubro 23, 2015

Viagem de ir

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A gravidade do momento e a força da gravidade. A cabeça para a queda e a indecisão entediante. Para lá da esperança e do desalento, entre a promessa da luz e o escuro quente, que enrola como em gelo. Se o contrário. Sei, desejando não saber. Pedido o privilégio de desexistir.
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Nota: Transatlântico Lusitannia.

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