digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

domingo, outubro 11, 2015

Sete

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Os ossos regeneram-se completamente e em processo contínuo de sete em sete anos. Assim o amor? Há quem diga. As entranhas ficam e as veias envelhecem. Só a alma.
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Quantos amores cabem nas vidas e quantas vidas na vida e ainda depois mais vida e fico agora antes desta pois estou. Como vi e senti o agora distante mas a alma a pedir e a razão a impedir a súplica.
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Sim, o amor por fazer completando os beijos da outra vida do pudor e timidez e perda de tempo. Não volta e ainda amor por fazer.

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