Para ver-te nua, pedi que tirasses a roupa, escrevi-te
poemas, usei telepatia, sonhei-te acordado e dormindo, menti-te, disse-te a
verdade e quando desesperado te abracei e arranquei a roupa em delícias do
suave e do picante, tornaste-te invisível.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
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