digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quarta-feira, outubro 29, 2014

Quase trinta anos depois descobri como te chamas e ainda assim nunca quis

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Uma fotografia agarrou-me os olhos e puxou-os como se fosse um buraco-negro. Agarraram-se estes à memória. Fui caindo acelerado, notando que há pessoas que entraram pelas vistas sem chegarem a deixar cair uma pestana no tempo-lembrança. E ainda assim emergem, como um corpo-de-mito duma entranha da natureza, escorrendo água milenar ou rompendo desde as rochas escondidas.
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Nota: O Facebook é… nem sei…

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