digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quarta-feira, agosto 01, 2012

Na morte ou na vida

Acende uma luz, uma vela, o que quer que seja. Meu amor não me morras, porque se morreres mato-te e mato-me, para que a morte junte o que a vida separou.

Sem comentários: