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digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Jardim triste
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1 comentário:
"nunca tive dinheiro suficiente para poder ter tédio à vontade", dizia o poeta. e eu com o dinheiro alheio, construo um tédio de vergonha e que é só meu.
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