digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

sexta-feira, junho 12, 2009

Só para as orelhas de alguns


Não percebo por que se enxofram os eruditos com a dicção dos cantores populares, quando não se percebe nada do que cantam os líricos. Treino de ouvido ou lesão de ouvido?

Sem comentários: