digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

terça-feira, maio 12, 2009

Eugenia auto-infligida pós-nascimento

Aceitam-se tiros em troca de algum sangue.
.
.
.
Nota: Sou um ser estranhamente comum.

3 comentários:

Mainstream Dancing Girl disse...

Eu tenho uma pistola de fulminates...serve?

João Barbosa disse...

nope

Lia disse...

por uma boa grana atiro em mim. Topas?