digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
segunda-feira, novembro 10, 2008
Oceano portátil
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1 comentário:
...numa tarde mais fria ver o Sol pôr-se e as gaivotas a deambular por cima das ondas...
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