digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

domingo, julho 22, 2012

Desencarnando




















Após um dia feliz há outro de silêncio. Antes da cada chegada, uma tristeza. Antes da morte, a ansiedade do desejo e o medo do medo. Pudesse a alma trocar de corpo e o corpo mudar de vida. Ficando vou, querendo ir mais longe e livre. Levito-me no que consigo.

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