digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

La benzina è mobile

A sabedoria popular também erra. Diz-se que para descer todos os Santos ajudam... dando a entender que subir é mais difícil. Pois bem, na sociedade contemporânea, regida pela ciência e pelo conhecimento, sabe-se que é exactamente ao contrário.
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Primeiro vou fazer um intróito para quem não sabe, não lê jornais ou é distraído. Só explico no fim, pelo que os sabedouros de tudo isto devem saltar para o fim, onde está a explicação.
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Por exemplo: quando as cotações do petróleo sobem, pouco tempo depois agrava-se o valor da gasolina. Quando as cotações descem, a queda dos preços do combustível demora a verificar-se.
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Os peritos em física e metafísica também comprovam a maior facilidade em subir do que a descer. A lei da gravidade, descoberta por Isaac Newton, está errada... também aquilo vem do século dezoito, no mínimo está fora de moda. Quando o petróleo sobe dez, a gasolina sobe quinze. Quando o petróleo desce dez, a gasolina desliza sete.
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Isto já para não referir outro fenómeno, que é o da queda das cotações e subida da gasolina. Isto porque o custo da refinação aumentou. Estas situações são bruscas, acontecem sem aviso prévio. Ontem a refinação custava dez, hoje já são quinze. Ninguém podia prever.
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As gasolineiras, que vivem em apertos, reduzem pessoal, para se prepararem para uma possível crise enfrentarem, reduzem os custos de produção. No entanto, sobem os protestos dos trabalhadores e o clima levanta fervura... ora cá está, levanta... levantam os preços.
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Depois há ainda um outro fenómeno complexo. As cotações do petróleo são feitas em dólares, pelo que a desvalorização da moeda norte-americana leva à subida do preço da gasolina, para compensar a perda cambial. Contudo, quando o dólar sobe é legítimo que as empresas tenham um ganho no câmbio, pois isso faz parte da actividade económica, nas sociedades livres e democráticas, onde vigora a economia de mercado.
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Estes exemplos que dei têm uma explicação racional... os combustíveis são matérias voláteis, pelo que têm tendência para subir... o dinheiro dos cidadãos tem exactamente as mesmas características de volatilidade. Já o aumento dos salários rege-se por uma lei diferente, em que é mais fácil descer ou estagnar, mas trata-se duma situação de particularidade no mundo da racionalidade, podendo também tratar-se da excepção da regra. O que é contra-natura é os preços descerem.
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Assim, é natural que os cidadãos queiram mandar tudo ao ar... simplesmente para ajudar à subida... de qualquer coisa, nem que seja do ânimo.
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Nota: Tem lógica, não tem?!

Vi-te e odiei-me por não quereres que te salvasse

Quando era miúdo fechava os olhos e pressionava-os para ver cores e formas em movimento. Cresci e não o faço mais por receio das consequência para a saúde.
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Hoje não resisti e voltei a fazê-lo, num impulso de sono e saudades da infância. Saudades também de quando, mais tarde, fui feliz. Não vi cores, via-a deitada num lago.
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Vi-a morta deitada na superfície das águas, como que entretida entre as folhagens e as pedra molhadas. Antes isso do que vê-la viva a afundar-se.
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Depois senti que a via morta a afundar-se. Antes isso do que viva na superfície das águas.
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Gritei às pedras e folhagens, não impotente, mas incapaz de a salvar. Gritei às pessoas ausentes. Não a socorri por saber que não me quer perto de si. Respeitei-lhe a decisão.
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Tive a clara necessidade de pressionar os olhos para ver cores e as magias do movimento.
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Nota 1: O autor deste blogue não toma nem nunca tomou drogas alucinogénicas nem outras substâncias ilegais.
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Nota 2: Odeio arte psicadélica, mas às vezes tem de ser, veio a propósito. Temos de comer de tudo para sermos saudáveis.

Uma gata, duas gatas, três gatas - A Granita, a Lioz e a Paraquedas





















O que gosto nas minhas gatas, nas três, é que só estão preocupadas em serem gatas. Nada mais. Não pretendem ser humanas, embora o sejam.
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Nota: Sei que são lugares comuns e repetidos por muita gente - quanto mais conheço as pessoas, mais gosto dos animais. Deram-me mais que muita gente, nunca me faltaram, não têm fingimentos (são o que são), são como as pessoas deviam ser.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Do que é que me fui lembrar...





















Às vezes ponho-me a pensar: as coisas que me vêm à cabeça; as coisas com que ocupo a cabecinha; a irrelevância do meu conhecimento. Interrogo-me: como uma coisa tão pequenina tem tanta tralha inútil lá dentro?!...

O patinete

O problema não é levar um par de patins. O problema é não saber patinar.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Aqui há gato, em Alcochete não

Se o outlet lá está é por um conjunto de coincidências, milagres e intervenções dos gatos, que são agentes de Deus. O resto é má língua!
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Deus não faz nada ao acaso. As leis de Deus não permitem as coincidências. Tudo tem uma razão. Porém, todas as regras têm uma excepção, até as divinas. Em Alcochete, uma fatia da Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo foi desanexada e lá surgiu um enorme centro comercial... e onde antes, no projecto, havia construção excessiva encontrou-se uma volumentria e densidade perfeitamente aceitáveis, até porque a Zona de Protecção recuou na extacta dimensão e limites do necessário.
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Em Portugal tudo anda devagar... outras vezes devagarinho... e muita vezes vai-se parado. O tempo que as coisas se arrastam!... Ali para Alcochete, terra de fenómenos, um projecto encalhado, em burocracias e exigências ambientais, viu-se resolvido num ápice. Embora não acredite em milagres, porque acho que todos os fenómenos têm explicação racional, neste caso só encontro inspiração milagrosa.
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A quem pensa que aqui há gato, só posso afirmar que há muita gente (ou não) que acredita que os gatos são divinos e, por isso, perfeitos. São os devotos kreonitas.
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Em Alcochete não há gato com o rabo de fora. Não é pelo estuário do Tejo que o gato vai às filhoses. Estas situações não cheiram a esturro... têm antes o aroma da maresia. Nada é por acaso, embora não saiba porquê, se um outlet ali está é porque assim é preciso.
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Nota 1: Se tenho alguma coisa a provar? Só provo vinho e, ainda assim, não é todos os dias.
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Nota 2: Parece que as grandes obras de construção se designam, na gíria, de obras de arte. E se o outlet é bom, a decisão de instalação é bonita. É o bom e o bonito... se assim é, ninguém tem nada a temer. Tudo vai acabar bem, na velocidade vagarosa da investigação e da justiça, até ao arquivamento final. Quem espera sempre alcança e povo tudo esquece e perdoa.
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Nota 3: Os kreonitas acreditam que os gatos vêm do planeta Kreon e estão na Terra para ajudar a humanidade a evoluir.

A tabela periódica

Ainda hoje tenho pesadelos com o nono ano. O nono ano calha sempre e em cheio na idade da parvoice... era ver-nos a chumbar. Chumbos com que se atira aos pássaros; caíamos que nem tordos. Lá passei com alguma deficuldade. Serviu-me de lição.
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Nos dois anos seguintes vivi três filmes de terror: matemática, desnecessária para o meu futuro e vocação, física, para me complicar os nervos e deixar intrigado quanto à sua utilidade, e química, que sempre era mais concreta, mas cujo interesse era idêntico à atracção sexual das osgas. Porém, sempre havia alguma coisa que me animava nas aulas de química: a tabela periódica. As cores entretinham-me, apesar da criatividade dos cientistas não ser muita.
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O que eu queria era as artes. Mas esse meu namoro terminou abruptamente, aquelas três cadeiras eram excessivas para mim... sofri horrores, saltei de explicador em explicador, passei pela vergonha das classificações em linguagem binária (zero e um), tive pesadelos, desmotivação, irritabilidade e sentimento de injustiça.
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Não podia continuar a sofrer devido a três cadeiras desnecessárias e inúteis, que me causavam um sentimento de revolta. Segui, então, a minha segunda vocação, as letras, em geral, e a história em particular. Se eu pudesse voltar atrás... ao nono ano... era agora mais fácil, parece que os setôres estão mais na boa e são mais compreensivos.
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Reconheçam, um quadro de Vasarely não é infinitivamente mais belo e interessante do que uma tabela periódica?!

A correr atrás dela

A felicidade é como um bicho esquivo e assustadiço. Quanto mais se corre atrás dela mais ela foge.

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Nota: Esta posta resulta do desafio da Moon Lover.

domingo, fevereiro 01, 2009

Era o vinho, meu Deus, era o vinho


Este blogue não deve nada a ninguém... já o seu autor não pode dizer o mesmo, pois contraiu uma dívida na Caixa Geral de Depósitos e outra numa garrafeira de Lisboa. Contudo, aceita patrocínios e sobornos em vinho da melhor qualidade.
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Nota 1: As preferências vão, sem ordem hierárquica, nem de colheita ou alfabética, para os Charme, Batuta, Quinta do Carmo Reserva Vinhas Velhas, Gouvyas Vinhas Velhas, Barca Velha, Casa Ferreirinha Reserva Vinhas Velhas, Poeira, Pintas, Maritávora Tinto Reserva, Gouvyas Couvée Op, Pêra Manca, Mouchão Tonel 3/4, Quinta do Monte d'Ouro, Pedro e Inês, Hexagon, Maritávora Branco Reserva, Campo Largo Bical, Quinta do Monte d'Oiro Viognier... e muitos outros que conheço e não digo, ou que já ouvi falar e não provei.
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Nota 2: isto para já não falar nos franceses, italianos, espanhóis, alemães, austríacos, húngaros, californianos, neo-zelandeses e australianos.

sábado, janeiro 31, 2009

Lindeza


Pela internet somos todos bonitos!
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Nota 1: Segundo a Beluga, somos todos Wally.
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Nora 2: Um dia ainda me apaixono pela internet... é a brincar, ok?!

Paciência


- Já está?
- Não, ainda não.
- Quando vai estar?
- Daqui a pouco.
- Quando?
- Daqui a uma hora.
- Tão tarde?
- Sim.
- Não pode ser antes?
- Menino, a paciência é uma virtude.
- Temos de ser sempre pacientes?
- Sim!
- Mesmo para quem parece saber muito e é arrogante e peneirento?
- Sim, para toda a gente!
- Mesmo para o Nuno Rogeiro?
- Filho, todas as regras têm excepção!
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Nota: Pior do que Nuno Rogeiro é Clara Ferreira Alves, porque é irritante quanto uma esfregona... Além de parecer avençada do PS e de Sócrates.

Declaração politico-filosófica

O autor deste blogue não apoia Sócrates, mas não confirma se prefere os Sofistas.

Brincadeiras de crianças.

- Gosto muito de brincar na praia... porque quando há calor vou ao mar e porque gosto de rebolar na areia.
- Eu gosto mais da montanha, da neve, porque está tudo branco e há um friozinho bom, fazem-se bonecos de neve e guerras de bolas.
- Pois eu gosto mais de brincar na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo!
- Porquê? (uníssono)
- Porque há terrenos que desparecem dali e aparece um outlet.
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Nota: Pura magia.

Procura-se





















Perdeu-se terreno na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo. Dão-se luvas a quem o encontrar.

A caminho de Andrómeda





















- Já pensaste, a estrela mais próxima da Terra está dois milhões de anos-luz.
- Não me impressiona.
- Não te impressiona?! Já viste tanto tempo para lá chegar e nós que só conseguimos voar a sete ou oito vezes mais depressa do que a velocidade do som... Por que não te impressiona?
- Porque quem vai a pé não tem pressa.
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Nota: Já tenho viagem marcada, mas não é para já.

No Céu e no Inferno





















Os anjos vivem no Céu, mas trabalham no Inferno.

Define-te através da música - Corrente musical

Porque às vezes sou garganeiro e invejoso, fui a um blogue aqui do lado e palmei esta corrente. Confesso que não gosto de correntes... um fiozinho ainda vá, um anel pode ser, um colar nas senhoras, mas pulseiras e correntes, não gosto. Então correntes, que são um adereço chunga do people do hip-hop. Já repararam como os rappers se vestem mal? E não sabem falar... é com cada calinada... e as músicas? E as letras? Todas iguais, muito básicas, os tugas, todos sempre com a mesma entoação... Bem, mas isto foi só por causa das correntes. A cena é a seguinte: dez questões que definem a pessoa e que se ilustram com música.
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É de bom tom lançar o desafio a mais bloggers, para que também eles postem a corrente... a coisa, se for seguida por todos, fica a modos que uma epidemia. Porém, não o vou fazer, porque as pessoas a quem quero lançar não tenho assim muita intimidade com elas... é que são poucos os meus amigos que dão nesta coisa dos blogues... e aqueles que dão já sei tudo acerca deles... topam? Por isso, os meus desafios seguem por email... se me derem tampa não passo uma vergonha das antigas. Compreendem, não compreendem?!
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As questões são as seguintes:
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1 - És homem ou mulher?
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2 - Descreve-te.
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3 - O que as pessoas pensam de ti?
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4 - Como descreves o teu último relacionamento?
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5 - Descreve o estado actual da tua relação.
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6 - Onde querias estar agora?
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7 - O que pensas a respeito do amor?
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8 - Como é a tua vida?
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9 - O que pedirias se pudesses cumprir um só desejo?
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10 - Uma palavra ou frase sábia.
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Cá vai:
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1 - És homem ou mulher?

Louis Armstrong e Dizzy Gillespie - Umbrella man
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2 - Descreve-te.

Maria Guinot - Silêncio e tanta gente
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3 - O que as pessoas pensam de ti?

Iran Costa - É o bicho
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4 - Como descreves o teu último relacionamento?

Sérgio Godinho - Bom prazer
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5 - Descreve o estado actual da tua relação.

Paul Simon & Art Garfunkle - The sound of silence
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6 - Onde querias estar agora?

Jorge Palma e Lena d'Água - Bairro do amor
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7 - O que pensas a respeito do amor?

Sérgio Godinho - Às vezes o amor
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8 - Como é a tua vida?

Joy Division - Isolation
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9 - O que pedirias se pudesses cumprir um só desejo?

Brotherhood of Man - Save your kisses for me
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10 - Uma palavra ou frase sábia

Sérgio Godinho - Os amigos do Gaspar
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Nota 1: Estou medicado e não mordo.
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Nota 2: Peço desculpa pela qualidade de alguns vídeos, mas foi o que se arranjou... já para não falar de algumas músicas.
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Nota 3: Por limitação de capacidade do blogger não foi possível escrever etiquetas para as músicas e para alguns músicos.

Sexo bísaro



Finalmente! Deu algum trabalho, mas consegui. Não uma, mas duas fotografias de bísaros... E das boas, vê-se-lhes o sexo. Os nossos amigos brasileiros, que aqui entram, diariamente e com frequência elevada, à procura de sexo bísaro vão, por fim, ficar satisfeitos. As famosas e pretendidas fotos de sexo bísaro.
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Nota 1: Bastou ir à internet e procurar a palavra «bísaro»... o que eles pretendem é bizarro, mas como não sabem escrever...
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Nota 2: Bísara, ou porco bísaro, é uma raça de porcos. Já quanto ao sexo bizarro prefiro não tecer comentários e guardar os meus pensamentos só para mim, não quero fazer juízos de vlor.

Cuidado com o que dizes

- Olha lá, vê lá como é que falas comigo. Sou loura mas não sou burra.
- Não diria que és loura. Acho-te mais a atirar para o ruivo.
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Nota: Ela não gostou e bateu-me, o que ia causando um acidente de automóvel. Comprovou-se que não era muito inteligente.

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Complete a seguinte frase do pensamento socrático

Só sei que sabem que tudo sei...
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a) Mas não posso dizer.
b) Mas que não podem (ainda) provar.
c) Mas que só direi nas minhas memórias póstumas contarei.
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Remate 1: «Só sei que nada sei» - Sócrates citado por Platão.
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Remate 2: «Uma vida não suscetível de exame não vale a pena ser vivida» - Sócrates citado por Platão.
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Nota 1: O autor do blogue assume não ter provas do que quer que seja. As afirmações são meras suposições, baseadas em dados veiculados pela comunicação social. Assim, as suas afirmações podem carecer de verdade, sendo por isso erradas, infundadas e injustas... ou não.
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Nota 2: Qualquer semelhança entre os dois Sócrates é mera coincidência.
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Nota 3: O autor do blogue só foi uma vez ao Freeport, o outlet de Alcochete. Dali levou, pagando, é claro, um fato, cinzento escuro de meia estação, e quatro calças de sarja, duas azuis, umas pretas e outras cinzentas. Ah! E duas gravatas, lindas. Uma laranja, como o PSD, e outra vermelha, como a bandeira do PS... essa coisa do rosa é demasiado amaricada.
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Nota 4: Este quadro designa-se «A morte de Sócrates».

Simples





















- Contigo é tudo demasiado simples. Não te entendo.
- Esse é o teu problema. Não entendes. Mas isso não abona nada a teu favor...
- Como assim?
- Se é tudo demasiado simples e não entendes...

Malvados... Maldosos...

- Vou construir uma casa aqui.
- Mas aqui não é proibido?
- Para mim não é.
- Como assim?
- Sou primo do ministro.
- Mas não há leis? Não são iguais para todos?
- Sim, claro, mas tudo se resolve.
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- Primo, ‘tás bom?
- Tudo fixe. E contigo?
- Também. Olha, precisava dum favor teu.
- Se puder ajudar…
- Quero construir uma casa ali em Coentros de Baixo.
- Mas aí é proibido. Terras da reserva nacional.
- Não podes dar um jeitinho?
- Claro que posso… Deixa-me ver… faço um despacho a dar ordem aos serviços para considerarem o teu terreno sem importância para a reserva nacional. Depois faço um decreto para que o espaço não seja considerado reserva nacional.
- Então, pode ser tudo legal?
- Claro. Comigo é tudo legal.
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- Então, sempre resolveste a situação com o teu primo?
- Sim. Tudo tratado. Não é para isso que serve a família?
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- Senhor assessor, olhe o que os malandros dos jornalistas andam a escrever sobre mim.
- É tudo mentira, não é?
- Completamente. Por quem me toma?!
- Temos de encontrar uma solução… mas o quê?
- Diga-me você, justifique o dinheiro que ganha.
- Já sei! Vamos falar em aproveitamento político por parte da oposição… que há uma campanha negra, por parte de forças ocultas, contra si… realçamos que há eleições este ano e que a oposição está a aproveitar-se da situação.
- Isso… isso… Mas, os gajos até têm estado calmos… muito decentes comigo.
- Não importa! A culpa é sempre da oposição… e como há eleições este ano, eles vão passar por interesseirões, que se aproveitam dum simples e legal acto de gestão ministerial para fazerem um banzé, sobre coisas que não existem.
- Você é esperto... é bom!
- Deixe-se estar descansado… como está tudo legal, não há nada a temer.
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- Estás a ver esta bronca?
- Fogo!
- Lembras-te como isto começou?
- Fui eu que preparei a parte legal.
- O ministro pediu-te isso directamente ou foi o chefe de gabinete?
- O ministro. Disse-me que era urgente, importante e que teria de ser discreto, porque havia pessoas muito sensíveis… pediu-me para esquecer o Dr. Santos.
- Lembras-te quando foi?
- Completamente. Foi uma semana antes das eleições.
- Que bela memória!... Mas nessa altura o Governo só podia proceder a meros actos de gestão… além do mais porque foi o próprio primeiro-ministro a demitir-se.
- Sabes como é… um decretozinho aqui, um despachozito ali, nunca fizeram mal a ninguém. Além de que o assunto era importante. Não se podia deixar para o Governo seguinte, porque podia de ser da oposição, e foi, esses malandros... depois podiam não aprovar a alteração que o senhor ministro queria fazer ali em Coentros.
- Era importante? Então?
- Estratégico. Construíram lá uma casa, bem grande… empregou aí umas vinte pessoas durante seis meses.
- É relevante.
- A casa está linda, com aquela bela paisagem toda à volta.
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- Senhor assessor… o que faço agora?
- Tem a certeza que foi tudo legal?
- Bem… sim…
- Mas o dono da obra não é seu primo?
- Não me diga que também está alinhado com os que me querem ferir a honra… jornalistas, magistrados e outros…
- Claro que não!
- Acho bem...
- Vamos dizer que está inocente, uma vez mais… que não tem razões para se demitir e que está disposto a colaborar com a justiça…
- Mas tenho de abdicar da minha imunidade?
- Claro que não. É só para dar aquela pala…
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- O ministro, teu primo, está num grande aperto por tua causa…
- Pois… não deixo de pensar nisso…
- Daquela vez, chegaste a agradecer-lhe?
- Sim, mandei-lhe uma caixa de Barca Velha.
- Epá, vê lá se há registos disso… ainda te entalas e a ele também.
- Não há problema! Dei-as ao irmão, o outro meu primo.
- Ufa! Já estou mais descansado.
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Nota 1: Estas conversas privadas são pura ficção. A situação passa-se num distante país de brandos costumes. Qualquer semelhança com a realidade política portuguesa é mera coincidência.
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Nota 2: Não acham que um tio pedir ao sobrinho ministro um favorzinho para se reunir com uns empresários, que querem construir alarvemente numa Zona de Protecção Especial, é grave o suficiente? É o chamado senhor Cunha…

Língua - Conversa improvável ou verdadeira entre duas mulheres





















- Sempre te tornaste lésbica?
- Não.
- Então continuas a gostar de homens?!
- Sim, claro.
- Mas querias tanto ter uma aventura lésbica...
- E tive. Eu sempre sonhei com isso, tinha a certeza que teria de experimentar.
- Então?
- É bom!
- Melhor do que com um homem?
- É diferente.
- Diferente? Diferente como? Há uma parte que é óbvia...
- Também há envolvimento, mas é diferente.
- Sim, não há um pénis, mas duas vaginas.
- ... Com tudo o que isso implica.
- Mas é bom? Gostaste?
- Gostei!
- O que tem uma mulher que um homem não tenha? Além do pénis...
- Língua. As mulheres têm língua.

Apeteceu-lhe




















- Apetece-me ter uma experiência lésbica.
- Por que não rapas antes o cabelo?

Sonhamo-nos

Se te sonho é porque também me sonhas. Sei. Tu não sei se sabes. Vemo-nos lá.
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Nota: Afirmo aqui que não gosto de Renoir.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Vai sonhando


Sei que vais voltar. Um dia entras-me pela porta por onde saiste. Já fora de todos os outros que pela tua vida entraram. Voltas para onde nunca devias ter saído. Voltas depois de veres algum mundo. Voltas depois do teu destino sem mim. Depois de cumprires o destino. O teu destino é comigo. Um dia entrarás por essa porta. Vou estar a dormir. Dar-me-ás um beijo. Depois vais sair por onde entraste sem que eu acorde. Nessa noite vou sonhar-te, mas talvez não te volte a ver mais.
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Nota: Esta canção é também dedicada à [A], que não conheço, mas que tem um blogue muito interessante... mesmo aqui ao lado. Ela não tem nada a ver com esta posta, mas apeteceu-me dedicar-lhe esta música... penso que ela sabe porquê.

Elas o outro e eu - Polígono amoroso - Telenovela venezuelana dobrada em mexicano - Ai a minha vida


- Há um gajo que andou a atirar-se à minha ex-namorada, que era minha namorada na altura.
- Aconteceu alguma coisa?
- Não. Naquela altura não aconteceu nada. Acho eu...
- Sim...
- Depois deixámos de andar.
- Eles começaram a andar?
- Não, mas não sei se não se enrolaram. Talvez. Não sei.
- O que te leva a pensar isso?
- Intuição masculina... Ao mesmo tempo comecei a namorar com a namorada dele, uma pita.
- Xiii... ele soube?
- Não sei. Acho que sim... Pelo menos deve ter desconfiado, porque ela disse-me que tinha acabado com ele.
- Pois...
- Essa pita era colega da minha ex-namorada.
- Ela soube?
- Soube.
- Como é que soube?
- Eu disse-lhe.
- É preciso ter tomates.
- Diz antes que é preciso ter jeito para fazer disparates.
- Porquê?
- Porque a magoei.
- Ela ainda gostava de ti?
- Acho que sim... mas foi ela que acabou comigo.
- Então o que queria ela? Tens todo o direito de seguir a tua vida.
- Mas elas eram colegas, era tudo muito recente... magoei-a. Lamento-o.
- Qual foi a reacção dela?
- Ficou furiosa. Fez-me uma cena de ciúmes mal disfarçada.
- Ela era ciumenta?
- Nunca me tinha feito uma cena de ciúmes. Nunca enquanto namorámos. Acho que teve, mas nunca mo demonstrou.
- Como é que isso ficou?
- Não ficou. Não falámos durante um tempo. Depois a minha relação com a pita também terminou.
- Ele começou a andar com a tua ex ou voltou para a pita?
- Acho que para a pita não voltou, mas não juro. Quanto à ex, não sei o que aconteceu.
- Pois, tinhas-te desligado...
- Nem mais! Mais tarde, um ano ou dois, conheci uma miúda... gira!
- Eheheh... sempre tiveste miúdas giras atrás de ti...
- Bem... obrigado, mas... Mas dizia-te... Demos uns beijinhos, umas voltas...
- O normal.
- Sim, o normal. Mas ela tinha um namorado. O tal gajo...
- Fónix! A sério?
- A sério.
- E então?
- Acho que estavam zangados. Não sei se não se voltaram a reconciliar-se.
- Como não sabes?
- Não sei. Aquilo durou muito pouco. Fomos falando.
- O gajo soube disso?
- Soube.
- Como sabes?
- Sei muita coisa.
- Sabes muita coisa?
- Sei. E sei que ele continuava a dar em cima daquela ex-namorada.
- Como sabes?
- Contou-me essa miúda que te disse que era gira.
- Jura!
- Juro!
- Como é que ela sabia?
- Não sei. Desconfio que ele lhe tenha dito.
- Pois... Que cena!
- Ela tinha ciúmes da outra.
- Imagino... dois homens e a mesma mulher.
- As mesmas mulheres.
- Parece que têm o mesmo gosto para as mulheres.
- Parece que sim.
- Andaram todos a ir para a cama uns com os outros.
- Sim, com os ausentes.
- Nunca mais soubeste nada deles?
- Vou sabendo. Disse-me essa miúda, que te disse que era gira, que morriam de ciúmes meus e dela.
- O gajo e a tua ex?
- Eles. Eles todos. Todos nós.
- Que confusão!
- A ex-namorada tinha ciúmes da gira por minha causa e por causa do outro. O Outro tinha ciúmes meus por causa da namorada e da minha ex. Eu tinha ciúmes dele por causa delas as duas.
- Como sabes isso tudo?
- Porque a gira me contou o que ele lhe tinha contado, acerca do que a ex-namorada tinha dito.
- Portanto, todos sabiam de todos.
- Acho que sim. Não sei é se todos sabiam tudo o que os outros sabiam.
- É o que dão as partilhas de travesseiro...
- Foi um período da minha vida que quero esquecer. Foi doloroso. Doeu muito e tambem fiz doer.
- Nunca estão satisfeistos com nada. O que têm não serve e só querem o dos outros.
- Nem mais... mas acho que eu também.
- Chegaste a conhecê-lo?
- Sim... vi-o duas ou três vezes.
- Então?
- Pareceu-me um tipo simpático, mas foi um bocado estranho.
- Essa estória parece uma telenovela.
- É uma telenovela!... E das más! Acabou e não acabou nem bem nem mal.
- Antes pelo contrário...
- Isso mesmo!

Já foste


Saiste de mim. Foste embora. Como se me tivesses morto. Antes me tivesses morto. Se te beijar novamente será no vazio. Agora mato-te pela internet. Foste. Já foste.
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Nota: O tipo que pôs isto no You Tube diz que é uma paródia. Mas a brincar a brincar é que... o humor é uma coisa muito séria. Pela qualidade da letra e da música e por outras canções que o rapaz tem na rede já se vê o quão brincalhão ele é.

É sempre a mesma conversa

- Gostas de mim?
- Gosto. E tu gostas?
- De mim?
- Parvo! De mim...
- Claro que gosto.
- Por que gostas de mim?
- Porque és querido e divertido...
- Sou?
- És. Fazes-me rir.
- Sou um palhaço?
- És um palhacito.
- Palhacito? Isso é pior do que palhaço.
- Não é nada. Palhacito é giro, é «quido».
- Pensava que gostavas de mim por ser giro, pelo meu corpo e intelecto.
- Não sejas parvo. Não tem nada a ver.
- Obrigadinho.
- Nunca me escreveste um poema...
- Pois não. Tenho de tratar disso.
- Ah... assim não quero. Tive de ser eu a pedir.
- E se eu quiser dar?
- Oh!
- E se te cantasse uma canção?
- (sorriso embevecido)
- É cheia de poesia. Chama-se mesmo poesia... fala de amor e de prazer.
- Então canta lá. Quero ouvir.
- Cá vai...
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Nota: Agora é só ver o vídeo para ouvir a canção que ele lhe cantou.