Quando a Lua nasce é maior do que no seu poente. Ao subir no céu puxa as estrelas. Se um dia fôr até lá aceno-te.Não sei se o Mar da Tranquilidade é salgado. Dizem-me que não tem água. Por mim, a Lua é um berlinde grande. A Lua serve para brincar! Por que outra razão giraria sempre em torno da Terra só mostrando uma face?
Nas noites quentes de Verão, a ouvir os grilos ou as cigarras (não sei se sei distinguir o cantar destes insectos) deito-me ou encosto-me a ver o céu, a contar as estrelas e com os dedos seguro na Lua. Um dia ofereço-ta em sinal de reconhecimento e admiração. Mas, primeiro, faço-lhe um furo para que a possas usar como a conta dum colar.
Nota: Este texto é dedicado a Calvin e seu blog.