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Guardado está o bocado para quem o há-de pecar.
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Nota: Admito que provavelmente alguém escreveu isto, mais ou menos assim. Mas surgiu-me na cabeça há uns dias.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
A mesa pôs-se de roxo, como se põe muitas vezes e, sobre ela, pão, queijo de Azeitão, duas variedades de queijo de cabra, uma enrolada em presunto e outra temperada com ervas, queijo da Ilha, requeijão de ovelha com alho e salsa, e pasta de azeitona cordovil.
Digo-te que tenho medo. O pior de todos é do cheiro. Julgo que pior do que a enxofre o Inferno tresande a peixe podre, a imundices gástricas ou vómitos.