digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.

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sábado, agosto 31, 2013

quinta-feira, maio 28, 2009

Bah bah bah


Bah. Badah. Badah badah badah. Bah bah bah bah bah… bah bah bah bah bah bah bah bah… bah bah bah bah bah badah… bah! Bah! Bah! Badah badah badah bah!
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Nota: Há músicas que são tão músicas, que não precisam de letras; e há letras e músicas que não precisam de mais palavras.

sexta-feira, novembro 30, 2007

Dancing with myself

Estou quase a conseguir. Daqui a nada já está. No final destas palavras. Dançarei sozinho. Dançarei e só saberei porquê. A vantagem dos trinta. Trinta e tal passos. Não está cá para dançar comigo. Mesmo sem ela danço. Estou quase a conseguir. Já danço. Consegui.

terça-feira, novembro 06, 2007

Dançar sozinho

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A nuvem voltou. Cinzento-negro sobre o campo de flores púrpura e escarlates. No ar do meio flutuam os corpos, estendidos e desmaiados.
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Não chove. Não parece que vá chover. Sobre o campo florido passa um ar quente. Um silêncio de sonho.
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A bruxa do Oriente vive no seu castelo. As dos outros pontos cardeais estão nos seus sítios. Não se vêem fadas. Saltam coelhos na verdura.
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As cores são vivas e sobre o chão verde, púrpura e vermelho passa um ar quente. Ao longe ficam os castelos das bruxas. Não se chega a ter medo.
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A nuvem voltou. Há um silêncio de sonho. Não se chega a ter medo. Há fadas que não se vêem. Pode ser que o vento quente a leve para longe, novamente.
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