Envolta em lençóis translúcidos e véu da cor da espuma
marinha, raptas-me a vista. Desajeitado entro na água e somes. Regressas brincando
e aflijo-me por conseguir esconder. Mergulhas e quase morro em deleite. Unidos até
uma onda nos rebentar, num mar sossegado faremos um maremoto.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
Mostrar mensagens com a etiqueta Pintura de Alexandre Cabanel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pintura de Alexandre Cabanel. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, janeiro 15, 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)
