
Tens-me servido de musa. Em Lisboa, de Tágide. Ainda bem que não como peixe ou outro ser aquático, como tu. Nesta circunstância teria de te comer.
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Nota: Este texto é dedicado à amiga MCN, que me inspira com suas conversas.
digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.