A cavaria que corre em mim empurra-me as lágrimas para fora dos olhos e os gritos que silencio abafariam o troar das batarias de bombardas. Não é esta a raiva que gera o ódio, porque o inimigo é um homem anónimo e a longos metros. Esta é a raiva do sangue sem razão. Toda esta minha cavalaria enfrenta a artilharia que me atinge de dia e de noite, consome o ânimo e rouba a esperança. É sinal de que ainda estou vivo.digo e o oposto, constantemente volúvel, às vezes verdade. juro pela minha alma, mais do que vinho amo a água e só me desenseda e lava, a cara, o corpo e a vergonha de ser quem não quero. os sonhos antigos são sonhos e antigos e os novos de esperar, é esta a vida a mim agarrada, se esperança existe.
segunda-feira, abril 20, 2009
Raiva de guerra
A cavaria que corre em mim empurra-me as lágrimas para fora dos olhos e os gritos que silencio abafariam o troar das batarias de bombardas. Não é esta a raiva que gera o ódio, porque o inimigo é um homem anónimo e a longos metros. Esta é a raiva do sangue sem razão. Toda esta minha cavalaria enfrenta a artilharia que me atinge de dia e de noite, consome o ânimo e rouba a esperança. É sinal de que ainda estou vivo.
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