domingo, maio 31, 2009

quinta-feira, maio 28, 2009

Letra D


Outro nível

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O que não dizes é o que sou obrigado a inventar.
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Nota: Este texto é dedicado ao Nasser.

Fica ou baza

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Já digo isto há nove anos! E nem assim sais da minha vida nem entras por ela como um maremoto.

Bah bah bah

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Bah. Badah. Badah badah badah. Bah bah bah bah bah… bah bah bah bah bah bah bah bah… bah bah bah bah bah badah… bah! Bah! Bah! Badah badah badah bah!
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Nota: Há músicas que são tão músicas, que não precisam de letras; e há letras e músicas que não precisam de mais palavras.

Estranhamento

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O que me chateia é que sou tão extravagante que posso fazer o que quiser que, embora nunca o tenha feito, ninguém estranhará.

terça-feira, maio 26, 2009

Avante!






















Se os patrões querem passar os fins-de-semana a trabalhar é problema deles. Os patrões têm o dever de zelar pelas suas fortunas, os assalariados não.
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Os trabalhadores devem apoiar a empresa e facilitar a sua actividade, tornando-a competitiva nos desafios dos mercados globais. Mas os gestores e accionistas têm de ter tino nas exigências, sob pena de regressarem fantasmas-morto-vivos do túmulo.
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Nota 1: Esta posta é dedicada a Belmiro de Azevedo.
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Nota 2: Estou nos antípodas dos comunistas, mas não deixo de ser um social-cristão. O homem trabalha para viver, não vive para trabalhar (apenas).

Concurso público internacional para admissão de mulher





















Terminou o prazo de inscrição para namoradas e fecharam as vagas para este estatuto. Está aberto concurso para mulher. As candidatas não precisam de apresentar currículo, apenas dum atestado de sanidade mental e de muita paciência.
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Nota: O concurso público é internacional, porque se aceitam camónes e bifas.

Letra B


Sai de ao pé de mim, chega-te para lá

Não me deito com mulheres que tenho vergonha de sair à rua. Há mulheres que ando pela rua e tenho vergonha de ter ido com elas para a cama.

segunda-feira, maio 25, 2009

Letra A


A nova rubrica

Porque as imagens valem como palavras, a partir de hoje há uma nova rubrica no Infotocopiável: «a imagem». Neste espaço não haverá palavras, a menos que se trate do título da obra. A coisa segue na posta seguinte e há-de fazer-se por ordem alfabética.
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Nota: Escolhi a pintura do atelier dum pintor, porque penso traduzir o espírito da coisa. Se não concordarem deixem comentário a explicar porquê.

Teleternura

Apetece-me amar. Na ausência de amores novos e interesses, vou ligar a todas as ex-namoradas. Pode ser que alguma me atenda. Não sei o que fazer a tanta ternura.

sábado, maio 23, 2009

Informalmente nua





















Ao fim e ao cabo, gosto de te ver nua. Mas assim despida, destituída de obscuridade, podia ser finíssima, e sem a pose soberba com que se agarram os olhos do observador, és bela como uma jarra, sem as flores que lhe dão alma. Apenas carne sem fogo. Sou inconsequente face ao desejo e promessa que te fiz. Derrotado por falta de comparência do teu empenho.

Emprego

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Não importa se sou bom. Não importa se me acho bom. Não importa se me acham bom. Importa que me achem demasiado gordo para os lugares vagos.

Egeu

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Não é preciso ser-se Deus, semi-deus ou herói para se ter o Egeu aos pés. Nem tampouco persa. Basta estar-se numa esplanada em Egina. O mar vem, em vénias, adorar os pés, mesmo que o trono seja uma simples cadeira de esplanada e os membros os dum anónimo plebeu.
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Nota: Foi em 2001.

Correntes

Desviaste dois rios da sua foz conjunta e hoje não gostas das torrentes bravias que daí nasceram. Desejas uma barragem que contenha e pacifique a água das nossas lágrimas, já não vês as nascentes do nosso amor, mas ainda esperas que o teu rio se junte a outro. Não sei que voltas vão os nossos cursos dar, agora que desaguaram num mar de tristezas, porém assumo que nunca, nesta vida, as ribeiras vão percorrer os mesmos leitos. Será tudo novo desde que soltaste a água e lavraste na terra novos trajectos. Mais tarde ou mais cedo, dois novos fios se juntarão para chegar a uma foz comum.

quinta-feira, maio 21, 2009

Verão sardinhas

Está a acabar o sossego. Já se assam sardinhas. Por que é que o Verão não cheira apenas a areia, mar e bronzeador? Tenhamos a paciência de levar o cheiro do peixe para casa, não há esplanadas fáceis.

Pechisbeque - Deixem ficar a alma para trás





















As intimidades assustam-me e a alma na arte constrange-me. Prefiro a superficialidade e a pureza estética, comprometem menos quem exerce e quem assiste. Por serem menos valiosas, as imitações são-me mais queridas, valem pouco e a sua perda é menos dolorosa.
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Nota 1: É por estas e outras que aqui só há falsas intimidades e sentimentos condensados, para que se não perceba que são pechisbeque.
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Nota 2: A palavra pechisbeque deriva do antropónimo Pinchbeck (Christopher), criador da liga de zinco e cobre, destinada a fazer imitações de ouro.

terça-feira, maio 19, 2009

Põe-te a mexer

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- Olá. Há quanto tempo! Que tens feito?
- Nada de especial… aí umas coisitas. E tu?
- Tudo na mesma. Mas que coisitas são essas?
- Olha, fiquei sem trabalho.
- A sério?! Que merda!
- Pois!
- E não arranjas nada?
- Não. Com esta crise?... Não há nada.
- Tens mandado currículos?
- Claro. Mas não tenho resultados… a crise, a idade, o género sexual, o excesso de currículo… enfim!...
- Epá… mas tu és tão bem relacionado, não há ninguém que te arranje nada?
- Pelos vistos não.
- Mas tu tens tantos amigos.
- Pois!... Mas o que podiam nem se mexeram.
- A sério?!
- A sério!
- Grandes amigos…
- Também julgava que alguns o eram.
- O que pensas fazer?
- Nada. Não há melhor do que não fazer nada.
- Falas a sério?
- Falo. Não reparaste que é por amizade que os meus amigos não me arranjam nada?... Eles sabem qual é a minha vocação…
- Não te vais mexer?
- Sim! Claro! Dançar… I like to move it

A minha vida num museu

Hoje é o Dia dos Museus. A minha vida, a doutros tempos, está imortalizada num museu imaginário. Como a entrada é grátis, vou espreitá-la para matar saudades, com a nostalgia dos perdidos.

Os anjos





















Sim, o passado ainda se projecta. Aparece-me em sonhos e nas atitudes despreocupadas e inconscientes. Peço desculpa por isso, porque as vidas não desaparecem com a morte. Vale-me, vale-nos, a presença constante dos anjos, conselheiros da consciência. Até na desolação da destruição ajudam no contrariar dos estragos maiores da desistência.
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Nota: Sim, esta imagem já foi usada, uma das raras ocasiões neste blogue. Ainda assim, ainda não consegui uma reprodução que traduza a imagem real. Vou continuar a tentar e, se o conseguir, irei alterar as já postadas. Fica a promessa, mas acho incrível que uma foto tão célebre não tenha uma correcta reprodução na internet.

sábado, maio 16, 2009

Beija eu

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Se estive tanto tempo em ti, como queres agora que te tire de dentro de mim?

Ideia





















Preciso duma ideia!... Mas não faço ideia de como ter uma ideia.
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Nota: Por ironia, acho que muitas das pinturas surrealistas não expressam um única ideia... mas é apenas um palpite, sem argumentação anexa.

Asas

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Quanto mais queres voar, mais te vou tentar prender, mais vais querer voar. Quanto mais te deixar voar, mais vais querer voar, mais vais voar. Nunca serás minha.
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Nota: Esta deve ser prima da outra.

Curte o som

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O revivalismo «muito à frente» duns é nostalgia «muito atrás» doutros. Quando um puto curte com um cota uma música de há trinta anos, um está a curtir a descoberta, que nem um louco, e outro a receber uma transfusão de vida, prolongamento que o faz renascer, ainda que apenas por estar morto se saudades. A revelação e uma outra coisa, já passada.

quinta-feira, maio 14, 2009

Perguntas e respostas





















Há quem faça perguntas para ter respostas; há os cientistas, os filósofos e os crentes esclarecidos.
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Há quem se satisfaça só com respostas; os egoístas e os estúpidos.
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Mas, há quem só faça perguntas; os sábios e os cínicos.

Inteligência





















Inteligência não basta, mesmo quando abundante. E só o é quando tem utilidade, quando serve o bem. Doutra forma é um outro modo de asneira.

Ocupação

Agora que estou desempregado, tenho os dias mais ocupados.

terça-feira, maio 12, 2009

Chega-te cá
















- Chega-te a mim.
- Pára quieto, só pensas nisso…
- E tu, não pensas nisso?
- Nem penses nisso.
- Nisso, o quê?
- Nisso.
- Nisso?
- Nisso em que estás a pensar…
- Se não pensasse nisso não te queria chegada a mim.
- Obrigadinha…
- Anda cá...
- Só gosto de ti como amigo.
- Como amiga não preciso. Quero-te como amante.
- Não dá!
- Vá lá, chega-te lá a mim…
- Só quero mimo…
- Querida, se não tivesses… aquilo… aquilo que a gente sabe… acho que nem te falava, quanto mais te daria mimo.

Eugenia auto-infligida pós-nascimento

Aceitam-se tiros em troca de algum sangue.
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Nota: Sou um ser estranhamente comum.

Para sempre...

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Levei tempo, mas já percebi. Quando sobram dias nos finais dos sonhos acaba-se por entender.

Vou, mas não por aí

- Adeus...
- Adeus!
- Vens?
- Não!
- Ficas?
- Não!
- Então, vens?
- Não, vou.

sábado, maio 09, 2009

Adeus

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- Então, ficamos assim.
- Assim como?
- Assim.
- Assim?!
- Assim. Acabou.
- É um adeus?
- É!
- Então e nós?
- Acabou.
- E o amor eterno?
- Acabou.
- Gostas doutro?
- Não importa.
- Gostas?
- Não importa.
- Importa.
- Não importa, mas não.
- O que vai ser de nós? O que vai ser de mim?
- Cada um à sua vida.
- Vou-me matar.
- Matas-te e morres.
- Mas será um adeus definitivo...
- Mas, então, perder-me-ás para sempre.
- Mas não perdi já?
- ... Sim... perdeste...
- Então posso matar-me!...

sexta-feira, maio 08, 2009

Tuna

- Que tal é a tuna académica duma universidade de ciências da pesca e do mar?
- É fixe! É uma tuna fixe!

Estudante

- Como se chama a um estudante duma universidade de ciências da pesca e do mar?
- Estudante de carpa e batina!

quinta-feira, maio 07, 2009

Definição de humano

Deus não precisa de provas científicas para saber da existência humana.
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Nota: O homem é espírito e o espírito pode ter qualquer forma. Por o homem ser feito à imagem de Deus, este pode ter qualquer forma.

Com Spirou e Fantásio

Quando era miúdo, acho que tinha dez anos, fui ao lançamento da revista do Mickey. Foi no Jardim Zoológico e de lá trouxe um autógrafo do humano vestido de herói rato. Já sabia que era uma pessoa que ali estava, mas fiquei contente na mesma, pois a fantasia alegra a vida.
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Anteontem sonhei com o Spirou, outro dos meus heróis. Mas melhor do que a estória do Mickey foi ter participado na aventura. Havia óvnis extraterrestres e eu conduzia um Simca na zona ribeirinha de Lisboa.
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A intriga da estória não vem ao caso, até porque não me lembro bem. Contudo, posso adiantar que estampei o carro, um Simca 1100, quando tentava ajudar o Spirou e o Fantásio, que conduziam o Turbot, em perseguição dum Citroën DS, vulgo Boca de Sapo.
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A idade não é a mesma, mas o prazer foi maior. Porque sonhar assim, em adulto, é prazer que raramente se tem... além de gostar muitíssimo mais do Spirou, Fantásio, Marsupilami, Spip e Conde de Talmourol.
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Nota: Para quem se lembra poder recordar, para quem nunca viu passar a conhecer… o Simca 1100 e o Boca de Sapo.











Citroën DS


Simca 1100

Os muros são vergonhas

Aconteceu a Segunda Guerra Mundial e, em Varsóvia, como noutros lugares, ergueram-se muros junto às judiarias, para controlar uma população indefesa, cujo crime foi o da religião ou de parentesco, mais ou menos próximo, com seguidor dessa doutrina religiosa.
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Ergueu-se um muro em Berlim para conter as fugas de alemães do Leste para o Ocidente, evitando que um país, meramente ideológico e artificial, se esvaziasse. Vítima os cidadãos em geral.
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Na Palestina levantou-se um muro para conter os palestinianos muçulmanos, habitantes e herdeiros ininterruptos daquela terra. Motivo, conter a entrada de alegados terroristas que lutam pela libertação do seu país, contra uma potência imposta, embora hoje com direito de existência de facto. Vítimas os palestinianos em geral e os trabalhadores, em Israel, em particular.
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Um novo muro, agora no hemisfério Sul, no Brasil. Uma muralha separa os habitantes pobres dos ricos, abastados e remediados do Rio de Janeiro. Motivo, conter a violência e os roubos dos pobres das favelas. Os favelados são prisioneiros nos seus bairros, dos criminosos, das autoridades, das condições de vida e dos preconceitos.
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Os muros são instrumentos de tortura e geradores de conflitos e ódios. Não são soluções, são próteses de vergonha.
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Nota: Imagem do Muro de Berlim, conhecido pelas vastas e diversificadas intervenções artísticas apelando à destruição daquela estrutura e à libertação do povo leste-alemão.

quarta-feira, maio 06, 2009

Vasco Granja





















Adeus amigo.
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Nota: Peço desculpa pelo atraso na homenagem, mas demorei a encontrar uma imagem competente. O amigo voltou para o mundo espiritual a 4 de Maio. Que volte depressa com mais banda desenhada e filmes de animação.

Deus provado





















Deus não precisa de provas científicas para saber da sua existência.
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Nota 1: Um erro de alguns cientistas é pensarem que Deus não existe por não terem provas científicas. Esquecem-se que também não têm do contrário, e que nem explicam o universo e o cosmos.
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Nota 2: O quadro retrata um filósofo e não um cientista, mas acho que assenta bem no espírito da posta. O que não percebo é por que é um filósofo.

terça-feira, maio 05, 2009

Modelito





















A minha carreira como modelo, cânone, de beleza helénica terminou logo, depressa se verificou que não falo grego.

Vestida

Vestida de luto ou de noiva? Um vestido marca a partida para a libertação e o outro para a prisão. Um evoca a morte da carne e outro a do amor.

segunda-feira, maio 04, 2009

Falhado

- Sou um falhado!...
- Não, és um líder e um falhado.
- Um líder nunca é um falhado.
- Pelos vistos pode. Eu!
- Mas tens seguidores...
- Sim, e isso é o pior, porque seguem um falhado.
- Contudo, não são falhados.
- Pior para mim.
_ Não digas isso. Em tempo até degolavam, decapitavam e enforcavam chefes.
- Mas esses não eram falhados, mas apenas derrotados. Já reparaste que a mim ninguém me quer matar ou derrubar?! É a minha insignificância.
- De facto, és um falhado.

domingo, maio 03, 2009

Desastre amoroso

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O que é demasiado quebra-se e abate-se. Por isso, o meu amor por ti desgovernou-se. Resta-me a loucura dos dias, da velocidade da fuga, para te esquecer, do peso de tanto amor. Acabas sempre por chocar em mim e eu em ti. Estamos condenados a ferir-nos.

Amor e posse

És toda minha. Até a tua infedilidade.
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Nota: A infidelidade de Vénus com Marte.

Reconciliação

Reconciliei-me com a minha ex-mulher. Esta noite já não durmo no sofá. Amanhã talvez possamos dormir na mesma casa.

sábado, maio 02, 2009

Amor, vem à janela





















- Amor, vem à janela…
- Eu ou o amor?
- Tu! Tu és o meu amor…
- Ufa! Pensei que querias que o amor te espreitasse à janela, e lá se ia a nossa relação.
- Já entrou. Contigo.
- Comigo?!
- Sim!
- Quer dizer que me amas?
- Sim!
- Então esta relação não tem futuro!...
- Porquê?
- Porque o amor é o sentimento que antecede a desilusão. Não me quero desiludir novamente.
- Então, vai para dentro, e não te assomes à janela.

Celebra-se hoje, dois de Maio, mas poderia ser noutro dia qualquer

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- Lembras-te de dançar isto?
- Claro que me lembro!
- Fartámo-nos de dançar.
- Nunca me fartei…
- Conhecemo-nos com esta música.
- Foi?
- Foi! Então, não te lembras?
- Claro que me lembro. Mas, não me estava a lembrar.
- Lembras-te ou não?
- Lembro-me.
- Então por que não te estavas a lembrar?
- Não sei. É que lembro-me desta música, mas não me lembro de ti.
- Não te lembras de mim?! Como não te lembras de mim?!
- Sim, claro que me lembro de ti…
- Então, não nos fartámos de dançar esta música?...
- Eu fartei-me e acredito que tu também, mas não me lembro de ter dançado isto contigo...
- Não te lembras?! Como não te lembras?! Conhecemo-nos a dançar isto…
- Foi?!
- Foi!
- Então, é melhor estar calado, não é?!
- É!
- Pois…
- E sabes que dia é hoje?
- Sábado, dois de Maio…
- Óbvio! Mas sabes que dia é? Qual a importância?... O que significa?
- Não!
- Não? Tens a certeza que não sabes? Pensa lá bem…
- Deixa-me ver… hummm… Dois de Maio… Dois de Maio… Não sei. Diz lá.
- Pensa lá bem…
- Sei lá… ah! Já sei faz anos que é o dia seguinte ao dia do trabalhador.
- Estúpido! Faz anos que nos conhecemos…
- Epá! Não sei como me fui esquecer… desculpa!
Desculpa?! Tu não me conheces… vais ter…
- Vou ter?... Não te conheço?! Então, conhecemo-nos ou não?
- Tu queres levar!... Queres, queres…
- A única coisa que quero levar, é a ti, para casa.
- Ai agora sou uma coisa?!
- És a coisinha mais fofa…
- Coisinha? Vai-te embora, que não te conheço…
- Então vou pôr outra vez esta música para nos passarmos a conhecer.
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Nota: Este diálogo não foi real, mas traduz uma hipótese de realidade. Não me lembro bem, mas acho possível.