sábado, setembro 27, 2008

Carvalhal

Uma floresta de carvalhos, uma clareira. Nela, tu sozinha. Silenciosa na quietude. É nessa altura, no teu dormitar tranquilo, que apareço. Surjo como um fantasma e assusto-te com um beijo, um beijo de medo. Retribuis e eu, assustado, deixo-me ir. Tudo acaba com poucos beijos e memória dos tempos felizes. Afinal, sonho e acordo angustiado.

quinta-feira, setembro 18, 2008